Instituição

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Sobre

O Movimento Familiar de Casais de Santa Maria foi criado no ano de 1957, pela mão do senhor Cónego José Mendes Serrazina, com base na Acção Católica e definido, logo em Maio de 1963, com a aprovação do Episcopado Português “como sendo uma estrutura orgânica da espiritualidade e do apostolado conjugal e familiar em Portugal.”

É, assim, um movimento de raiz católica, formado por casais católicos, unidos pelo sacramento do matrimónio e comprometidos à luz dos ensinamentos e valores do Evangelho e uma “associação de fiéis, criada de acordo com o cânon 215 do Código de Direito Canónico, para a promoção da espiritualidade e do apostolado conjugal e familiar” tendo os seus Estatutos aprovados em Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa, no dia 18 de Novembro de 1987.

“Estrutura-se e actua na igreja local sob orientação do Ordinário Diocesano” e tem como ponto de encontro a “estrutura interdiocesana ou nacional do Movimento” em ordem “à definição das linhas comuns de orientação e à marcação das actividades conjuntas”, com destaque para a Assembleia Interdiocesana constituída pelos casais responsáveis e os assistentes das dioceses.

 Dirigindo-se aos casais que queiram viver melhor aquele sacramento e a vida em família, centra-se na formação “equipas de casais” que têm por objectivo a escuta da palavra de Deus, a oração pessoal, conjugal e familiar, o diálogo e o aprofundamento espiritual, entre outras propostas que vão sendo lembradas e partilhadas por todos.

Na diocese de Coimbra, a primeira equipa foi constituída em Maio de 1964, por quatro casais, tendo tido como assistente o reverendo padre João Cardoso Saúde, que foi considerado o pai do Movimento de Casais de Santa Maria, na diocese de Coimbra.

Teve o seu primeiro estatuto em 1972, entretanto, reformulado e actualizado em 1996 – na sequência da necessidade sentida face ao crescimento verificado, em 2009, contava com 45 casais, distribuídos por sete equipas – aprovado em 1de Julho de 1997, pelo Bispo de Coimbra, D. João Alves.

Para além das reuniões mensais das equipas, realizam-se convívios, recolecções, colóquios, retiros e acções culturais. Existia, também, um boletim de informação que chegou a sair mensalmente e criou-se uma biblioteca com objectivo oferecer aos casais um espaço cultural, sempre que o quisessem utilizar.

 

História

Por iniciativa do Movimento de Casais de Santa Maria da Diocese de Coimbra, foi criada, em 1972, uma Associação de Solidariedade Social de natureza assistencial, denominada, Centro de Bem-Estar Infantil do Movimento de Casais de Santa Maria, como Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), reconhecida de utilidade pública e regida por Estatutos que foram oficializados por despacho Ministerial a 11 de Agosto de 1972 e publicados no então, Diário de Governo n.º205, 3.ª Série de 4 de Setembro de 1972. Estes Estatutos foram alterados, em 13 de Julho de 1984 e registados na Segurança Social, em 04 de Fevereiro de 1985 e publicados no Diário da República n.º 242, 3.ª série de 18 de Outubro de 1985, tendo a última revisão ocorrido em…….ver data.

Inicialmente, esta Associação teve a sua sede na Rua do Brasil n.º 305. Entretanto, verificou-se que as suas instalações eram exíguas face à procura o que levou à decisão de procurar construir um edifício para nele instalar uma creche e um jardim-de-infância.

A Câmara Municipal de Coimbra ofereceu o terreno situado na Rua D. Ernesto Sena de Oliveira (ao Casal das Nogueiras) por escritura pública de cedência, no dia 27 de Fevereiro de 1985.

Depois de diligências junto do Centro de Segurança Social para obter financiamento para a construção e respectivo mobiliário, equipamento de cozinha e de lavandaria e, também, material didáctico, foi solicitado ao GAT (gabinete de apoio técnico) de Coimbra a elaboração do projecto. As obras de construção do imóvel iniciaram-se dois anos depois, em 17 de Outubro de 1987.

 Em 17 de Outubro de 1988, iniciaram-se no novo equipamento, as actividades referentes à valência da educação pré-escolar e, em 2 de Novembro do mesmo ano, as que dizem respeito à valência de creche.

No ano seguinte, em 1989, solicitou-se ao Centro Regional de Segurança Social um autocarro para transporte das crianças que frequentavam a Instituição, o que foi aceite e, em 6 de Outubro de 1990, foi inaugurado, o Centro de Bem-Estar Infantil do Movimento de Casais de Santa Maria, por suas excelências, Dr. Fernando Nogueira, Ministro da Presidência e da Defesa e Dr. Silva Peneda, Ministro do Emprego e Segurança Social.

A Associação tem, desde aquela data, a sua sede no mesmo edifício, na Rua D. Ernesto Sena de Oliveira em Coimbra, devidamente registada na Direcção-Geral da Segurança Social, pelo averbamento n.º 2 à inscrição n.º4/85 a fls. 127 e 127 verso, do livro n.º 2 das Associações de Solidariedade Social.

 

 

  

 

 

 

 

Missão

A missão do centro de Bem-Estar Infantil do Movimento de Casais de Santa Maria é servir, é diagnosticar as necessidades dos utentes e conhecer as expectativas das famílias. É ter capacidade para as satisfazer e é definir valores para os adoptar como guias de conduta individual e colectiva. E também é aumentar a notoriedade da Instituição e reforçar a sua identidade institucional, apostando na formação dos seus colaboradores É optimizar processos e procedimentos e promover o envolvimento das famílias na sustentabilidade da Instituição.

Missão é servir, é prestar serviços de elevado valor acrescentado, de modo controlado, normalizado, rigoroso e solidário.

Queremos continuar a ser uma instituição de referência na cidade de Coimbra pela excelência dos serviços que prestamos há mais de 40 anos, melhorando sempre os sistemas de gestão de qualidade.

 

Visão

A visão do Centro de Bem-Estar Infantil do Movimento de Casais de Santa Maria é aquela que norteia uma Instituição de solidariedade social de referência, pela excelência dos serviços que nela se prestam com total respeito pela individualidade e pluralidade cultural dos seus utentes, contribuindo, deste modo, para a igualdade de oportunidades num processo partilhado com a família. Somos uma instituição cuja visão passa pela eficácia e por uma permanente evolução e construção de uma Instituição sólida, humilde e geradora de bem-estar para todos os que nela trabalham.

A visão desta Instituição tem como princípios orientadores a garantia da satisfação dos seus utentes e das expectativas das famílias, cumprindo o que está expresso nos Manuais da Segurança Social e nos restantes normativos legais e passa, também, pelo reforço da sua identidade institucional integrada na existência de um programa baseado no conhecimento das crianças e do seu contexto familiar, social e cultural, nomeadamente a valorização da cognição, dos valores e das atitudes, com respeito pelas diferenças individuais e por tudo o que as crianças são e já sabem, pois elas não são folhas em branco, onde se pode escrever colectivamente a educação. A adopção de uma pedagogia e atitude diferenciadas em função da singularidade de cada criança, tendo por princípio uma visão construtivista que reflecte que a criança é um ser único portador de uma história pessoal e o principal actor no processo do seu desenvolvimento global.

 

Valores

Somos uma Instituição que cuida e educa para os valores, embora sabendo que estes não se ensinam, mas que se vivem na acção conjunta e nas relações com os outros. “É nessa inter-relação que a criança vai aprendendo a atribuir valor aos seus comportamentos e atitudes e aos dos outros, reconhecendo e respeitando valores que são diferentes dos seus. (Orientações Curriculares, 2016).

Somos uma Instituição disponível para acolher, uma Instituição solidária, uma Instituição afectiva, que desempenha o seu trabalho num clima de partilha, de espírito de entreajuda, com respeito pela singularidade e privacidade de todos e de cada um. Acreditamos na nossa Instituição como uma Instituição plural, curiosa, atenta, que não descuida a cooperação, a participação e a livre escolha, a autonomia e a responsabilidade, como princípios educativos essenciais.

Somos uma Instituição que trabalha com pessoas para pessoas com outro sentido das coisas, que trabalha, há cerca de 40 anos com crianças e com as famílias numa atitude de co-responsabilidade, que cria espaços acolhedores, tranquilos e seguros, que acolhe as crianças com carinho e cumpre os objectivos para os quais foi criada, sobretudo para com os mais desfavorecidos.

Somos uma Instituição, cuja visão promove o ser e o saber-ser, o fazer e o saber-fazer e o respeito por todos e pela Natureza.

 

Objectivos

Os objectivos pelos quais se orientou e ainda se orienta o Movimento de Casais de Santa Maria são:

-Promover, à luz do Evangelho e da Igreja, uma vivência crescente dos compromissos do Matrimónio – em autêntica espiritualidade conjugal e familiar – através da constituição de equipas de casais, divulgando os seus valores;

-Estudar e debater os problemas que hoje afectam as famílias e actuar no sentido de dar respostas adequadas às suas necessidades;

-Intervir na sociedade portuguesa em ordem à promoção e defesa dos valores e direitos da família e à definição das convenientes políticas familiares;

-Promover acções de entreajuda junto das famílias no sentido da sua promoção espiritual, social, cultural e económica;

-Colaborar e participar nas acções programadas a nível do secretariado diocesano da pastoral familiar;

-Cooperar com o Movimento a nível nacional, através da estrutura interdiocesana, na qual está representado.

Assembleia-Geral

Presidente da Mesa da Assembleia-Geral – Adelino Augusto de Abreu Fernandes Marques

1.º Secretário – António Machado Relvão

2.º Secretário – Jorge Fernandes Rodrigues Bernardino

Suplente – Maria de Fátima Malveiro Sobral Rodrigues

 

Direcção

Presidente – Maria Miquelina Alves Ventura Silva Rodrigues

Tesoureiro – José Carlos Rodrigues Dinis

Secretária – Laura Getúlia Ana Lobo Martins da Silva Carvalho Lobo Lourenço

Vogal – Amadeu Nunes Marques de Almeida

Suplente – Maria Celeste Moreira Barreto Relvão

 

Conselho Fiscal

Presidente – António José Ribeiro Alegre

Vogal – Valdomiro Lobo Antunes

Vogal – Milton da Costa Marques

Suplente – Manuel da Costa Doce

 

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